Jorge Borges

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
  • Duração: 90:05:44
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Sinopse

Welcome to Jorge Borges, where amazing things happen.

Episódios

  • Por que a "Anti-Empatia" é o grande erro da nossa Era

    27/02/2026 Duração: 18min

    Onde se examina a evolução histórica e a relevância contemporânea da empatia, defendendo-a contra movimentos modernos que a consideram desnecessária ou perigosa. O professor Maximus Planudes demonstra que, embora o termo seja recente, o conceito de compaixão tem raízes profundas na Grécia Antiga e nas obras de Homero. Outras perspetivas analisam como a empatia e a vulnerabilidade fortalecem os laços interpessoais, contrastando com a "honestidade radical" que muitas vezes isola os indivíduos. Além disso, os autores desafiam o mito do génio solitário, exemplificado por Einstein, para realçar que o progresso humano depende da colaboração e do apoio comunitário. Em suma, as fontes sugerem que a capacidade de compreender o outro é essencial para a coesão social e o sucesso coletivo.

  • O Impacto da Empatia Humana

    27/02/2026 Duração: 06min

    Onde se examina a evolução histórica e a relevância contemporânea da empatia, defendendo-a contra movimentos modernos que a consideram desnecessária ou perigosa. O professor Maximus Planudes demonstra que, embora o termo seja recente, o conceito de compaixão tem raízes profundas na Grécia Antiga e nas obras de Homero. Outras perspetivas analisam como a empatia e a vulnerabilidade fortalecem os laços interpessoais, contrastando com a "honestidade radical" que muitas vezes isola os indivíduos. Além disso, os autores desafiam o mito do génio solitário, exemplificado por Einstein, para realçar que o progresso humano depende da colaboração e do apoio comunitário. Em suma, as fontes sugerem que a capacidade de compreender o outro é essencial para a coesão social e o sucesso coletivo.

  • Máquinas que aprendem, sociedades que decidem: O que a IA tem a ver connosco?

    27/02/2026 Duração: 16min

    Há perguntas que ficam a ressoar depois de assistirmos a uma conversa verdadeiramente boa. Foi o que me aconteceu depois de ver a mesa-redonda promovida pelo Instituto Cervantes, em janeiro de 2026, com duas mulheres notáveis: a filósofa Adela Cortina e a cientista informática Nuria Oliver. O título dizia tudo: Máquinas que aprendem, sociedades que decidem.​Não é uma discussão técnica. É uma discussão sobre nós.

  • Geração Prompt e a arte de perguntar

    27/02/2026 Duração: 35min

    Há algo de paradoxal no nosso tempo. Vivemos rodeados de respostas — motores de busca, enciclopédias online, assistentes virtuais — e, no entanto, nunca foi tão urgente aprender a fazer as perguntas certas. A inteligência artificial generativa veio mudar as regras do jogo: não basta ter acesso à informação. O que conta, agora, é saber pedi-la.

  • Estamos a caminho da Geração Prompt?

    27/02/2026 Duração: 06min

    O que significa viver num mundo em que saber perguntar é tão importante como saber responder?

  • A Palavra Sem Risco: A Erosão da Responsabilidade na IA

    26/02/2026 Duração: 28min

    Onde se explora o impacto da inteligência artificial generativa na estrutura moral da linguagem, alertando para a emergência de um discurso sem responsabilidade. Embora os modelos de linguagem consigam simular desculpas, promessas ou conselhos com perfeição formal, o autor argumenta que estas interações carecem de vulnerabilidade humana e de consequências reais para quem fala. Esta eficácia técnica desvaloriza os atos de fala tradicionais, transformando o diálogo numa simulação vazia que erode a dignidade e a confiança interpessoal. No contexto profissional e privado, a delegação da escrita a máquinas dilui a autoria e enfraquece a formação do caráter através da fuga ao compromisso social. O artigo conclui que é essencial reancorar as palavras na responsabilidade humana, garantindo que a fluidez tecnológica não resulte numa abdicação da nossa autoridade moral.

  • A IA e crianças: o que os educadores precisam de saber | UNICEF

    26/02/2026 Duração: 24min

    Esta orientação da UNICEF analisa a rápida integração da inteligência artificial no quotidiano infantil, destacando tanto o apoio à aprendizagem como perigos graves, como os deepfakes e a dependência emocional. O documento estabelece que a Convenção sobre os Direitos da Criança deve servir de base para todas as políticas e inovações tecnológicas no setor. Para proteger os menores, são propostos dez requisitos fundamentais que abrangem a privacidade de dados, a segurança e o combate à discriminação algorítmica. Governos e empresas são instados a adotar uma postura de responsabilidade partilhada, garantindo que as ferramentas sejam eticamente concebidas para as diferentes fases do desenvolvimento. Além disso, enfatiza-se a necessidade de promover a literacia digital e a participação ativa dos jovens na governação da IA. O objetivo final é criar um ecossistema digital inclusivo que priorize o superior interesse da criança e a sustentabilidade ambiental.

  • PISA 2029: A Nova Literacia que a Escola Não Pode Ignorar — Media e Inteligência Artificial

    25/02/2026 Duração: 06min

    A OCDE acaba de publicar o primeiro rascunho de uma das avaliações mais ambiciosas e pertinentes dos últimos anos: o PISA 2029 Media and Artificial Intelligence Literacy (MAIL) Assessment Framework. O documento, desenvolvido por especialistas de universidades como Cambridge, Minnesota e Berkeley, propõe um quadro de competências que vai muito além do que habitualmente se entende por “literacia digital”. Está na altura de perceber o que isto significa para a escola, para os professores e, acima de tudo, para os jovens que habitam este mundo digital em permanente mudança.

  • Quadro de Avaliação PISA 2029: Literacia em Media e IA

    25/02/2026 Duração: 25min

    A OCDE acaba de publicar o primeiro rascunho de uma das avaliações mais ambiciosas e pertinentes dos últimos anos: o PISA 2029 Media and Artificial Intelligence Literacy (MAIL) Assessment Framework. O documento, desenvolvido por especialistas de universidades como Cambridge, Minnesota e Berkeley, propõe um quadro de competências que vai muito além do que habitualmente se entende por “literacia digital”. Está na altura de perceber o que isto significa para a escola, para os professores e, acima de tudo, para os jovens que habitam este mundo digital em permanente mudança.

  • Sampaio da Nóvoa e o futuro da educação

    24/02/2026 Duração: 16min

    A Metamorfose da EscolaUma conferência de Sampaio da Nóvoa na Escola Secundária Sebastião e SilvaA pergunta é simples na sua formulação, mas vertiginosa nas suas implicações: como será a educação do futuro? Numa conferência realizada na Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras — a sua própria escola de formação —, o Professor Sampaio da Nóvoa respondeu com uma franqueza rara nos grandes fóruns internacionais: não sabemos. Mas sabemos que a mudança será profunda, rápida e acontecerá nos próximos 20 a 30 anos.

  • O futuro da escola | António da Nóvoa

    24/02/2026 Duração: 07min

    Onde se reflete sobre a metamorfose necessária da escola, rejeitando a ideia de que a educação deva ser entregue apenas a futuristas tecnológicos ou limitada à inteligência artificial. Defende que a mudança deve ser construída pelos próprios professores e comunidades educativas, transformando a sala de aula num ambiente de aprendizagem dinâmico focado na atenção, emoção e cooperação. A escola é apresentada não como um serviço individualizado ou consumista, mas como um espaço público essencial para a construção do bem comum e da cidadania. O texto sublinha que o conhecimento isolado não garante a humanização, sendo crucial integrar os valores sociais no processo educativo. Conclui-se que, apesar das evoluções digitais, a presença humana e a missão social da escola permanecem insubstituíveis perante os desafios do futuro.

  • Professores reféns das grelhas de Excel | António Nóvoa

    24/02/2026 Duração: 23min

    António Nóvoa defende uma reformulação profunda da avaliação docente, rejeitando modelos baseados estritamente em métricas quantitativas e burocracia excessiva. O autor argumenta que o sistema atual sobrecarrega os profissionais e as instituições com critérios estatísticos que não contribuem para a qualidade do ensino. Em alternativa, propõe uma cultura de avaliação colaborativa, onde a reflexão conjunta entre pares sobre o trabalho quotidiano assume o papel principal. O foco deve incidir no ato de pensar a prática pedagógica, permitindo que os professores desconstruam e melhorem os seus métodos de forma contínua. Nóvoa sublinha que a verdadeira evolução educativa surge da responsabilidade profissional e da análise crítica das experiências em sala de aula. Finalmente, reforça a importância de manter a esperança e a humanização no processo educativo, inspirando-se no contexto pedagógico brasileiro.

  • Como fazer uma avaliação docente voltada para a melhoria prática do professor? | António Nóvoa

    24/02/2026 Duração: 05min

    António Nóvoa defende uma reformulação profunda da avaliação docente, rejeitando modelos baseados estritamente em métricas quantitativas e burocracia excessiva. O autor argumenta que o sistema atual sobrecarrega os profissionais e as instituições com critérios estatísticos que não contribuem para a qualidade do ensino. Em alternativa, propõe uma cultura de avaliação colaborativa, onde a reflexão conjunta entre pares sobre o trabalho quotidiano assume o papel principal. O foco deve incidir no ato de pensar a prática pedagógica, permitindo que os professores desconstruam e melhorem os seus métodos de forma contínua. Nóvoa sublinha que a verdadeira evolução educativa surge da responsabilidade profissional e da análise crítica das experiências em sala de aula. Finalmente, reforça a importância de manter a esperança e a humanização no processo educativo, inspirando-se no contexto pedagógico brasileiro.

  • A tecnologia criou uma nova espécie humana

    24/02/2026 Duração: 14min

    Onde se celebra o legado do filósofo Michel Serres, descrevendo-o como um visionário que compreendeu as transformações profundas da era digital. O autor introduz a figura de "Petite Poucette" (Pequena Polegar), uma metáfora para a nova geração que utiliza o smartphone para aceder instantaneamente ao saber universal, marcando uma rutura com o ensino tradicional e as instituições antigas. A análise destaca que a humanidade vive uma mutação sem precedentes, comparável à invenção da escrita ou da imprensa, onde o espaço e o tempo foram reconfigurados pela conectividade. Serres é apresentado como um "parteiro" de um novo mundo, defendendo um otimismo pedagógico perante a evolução física e cognitiva do ser humano contemporâneo. Os artigos enfatizam ainda a necessidade de uma visão multidisciplinar para interpretar esta civilização globalizada, onde a autonomia individual substitui as antigas pertenças coletivas.

  • Nasce um novo humano | Michel Serres

    24/02/2026 Duração: 06min

    onde se fala do legado do filósofo Michel Serres, descrevendo-o como um visionário que compreendeu as transformações profundas da era digital. O autor introduz a figura de "Petite Poucette" (Pequena Polegar), uma metáfora para a nova geração que utiliza o smartphone para aceder instantaneamente ao saber universal, marcando uma rutura com o ensino tradicional e as instituições antigas. A análise destaca que a humanidade vive uma mutação sem precedentes, comparável à invenção da escrita ou da imprensa, onde o espaço e o tempo foram reconfigurados pela conectividade. Serres é apresentado como um "parteiro" de um novo mundo, defendendo um otimismo pedagógico perante a evolução física e cognitiva do ser humano contemporâneo. Os artigos enfatizam ainda a necessidade de uma visão multidisciplinar para interpretar esta civilização globalizada, onde a autonomia individual substitui as antigas pertenças coletivas.

  • O envelhecimento implacável da população europeia

    23/02/2026 Duração: 23min

    O documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.

  • Estrutura Populacional e Envelhecimento na União Europeia

    23/02/2026 Duração: 05min

    O documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.

  • Como (e quando) falar da deficiência

    22/02/2026 Duração: 23min

    Durante décadas, a sociedade foi moldada pelo modelo médico da deficiência: a pessoa com deficiência é vista como um "caso", alguém a curar ou a reabilitar, que precisa de serviços "especiais" porque o problema está nela. Este paradigma alimentou gerações de narrativas paternalistas, cheias de pena ou de admiração exagerada.​Na década de 1960, pessoas com deficiência no Reino Unido propuseram uma alternativa: o modelo social da deficiência. A ideia central é simples e poderosa — o problema não é a pessoa, é uma sociedade construída sem ter em conta a diversidade humana. São as barreiras arquitectónicas, os serviços inadequados e a linguagem exclusivista que incapacitam, não a condição em si.​

  • Como falar da deficiência

    22/02/2026 Duração: 06min

    Sobre o guia publicado pela associação Acesso Cultura que oferece orientações essenciais para profissionais de comunicação e jornalistas sobre como abordar a deficiência de forma ética e rigorosa. O texto promove a transição do modelo médico para o modelo social, defendendo que a exclusão resulta das barreiras impostas pela sociedade e não de limitações individuais. Através da desconstrução de mitos e estereótipos, o documento desencoraja narrativas sensacionalistas de "superação" ou "piedade", focando-se na dignidade humana e no respeito pela autonomia. São fornecidas estratégias práticas para interações interpessoais e recomendações precisas sobre o uso de terminologia inclusiva e correta. O objetivo central é capacitar o setor cultural para comunicar com sensibilidade, garantindo que as pessoas com deficiência sejam representadas como cidadãos de pleno direito. Esta publicação funciona como uma ferramenta vital para quebrar o paradigma do capacitismo na esfera pública portuguesa.

  • A Tecnologia está a Evoluir, mas nós estamos a Regredir? O Paradoxo Cognitivo do Século XXI

    21/02/2026 Duração: 07min

    O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.

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